Pesquisa confirma que 2ª dose da Pfizer é mais eficiente após 3 meses

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Foto: Shutterstock

O estudo também dá evidências de que pode ser uma boa decisão aplicar mais vacinas de uma só vez enquanto se espera pela reposição dos estoques

A primeira remessa de 1 milhão de vacinas da Pfizer chegou ao Brasil no final de abril.

No entanto, outras 200 milhões de doses são esperadas até dezembro, fazendo com que o imunizante seja tido como uma forte arma na aceleração do Plano Nacional de Imunização (PNI).

Segunda dose da vacina da Pfizer 

A equipe mediu os níveis de anticorpos e avaliou como as células imunes chamadas células T.

Que podem ajudar, então, a manter os níveis de anticorpos ao longo do tempo, responderam à vacinação.

Os níveis máximos de anticorpos foram 3,5 vezes mais elevados nas pessoas que esperaram 12 semanas pela dose de reforço do que nas pessoas que esperaram, portanto, apenas três semanas.

A resposta de pico das células imunológicas foi menor naqueles com o intervalo estendido. 

Mas isso não fez com que os níveis de anticorpos diminuíssem tão rapidamente nas nove semanas após a injeção de reforço.

Os resultados são reveladores, mas são específicos para a vacina Pfizer, que não está disponível em muitos países em desenvolvimento.

Por isso, é preciso considerar se as variantes que estão circulando em determinada região podem aumentar o risco de infecção após apenas uma dose da vacina.

No caso do Reino Unido, por exemplo, estender o intervalo entre as doses foi uma boa escolha pois ajudou na proteção de um maior número de pessoas enquanto os estoques eram repostos.

Fonte: Exame

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